Prefeitura marechal
busque por título

Alagoas

Agência Alagoas

04/05/2022 às 18:07

SERIS COMEÇA A CADASTRAR CRIANÇAS E ADOLESCENTES PARA VISITAS A FAMILIARES QUE ESTÃO NO SISTEMA PRISIONAL

Medida cumpre determinação da Portaria nº 03/2022, da 16ª Vara Criminal da Comarca da Capital (Execuções Penais), que foi homologada pela Corregedoria-geral da Justiça de Alagoas
 

(Créditos de imagem: Divulgação )

A Secretaria de Estado da Ressocialização e Inclusão Social (Seris) iniciou o cadastro de crianças e adolescentes para visitas a familiares que se encontram no sistema prisional alagoano. A medida cumpre determinação da Portaria nº 03/2022, da 16ª Vara Criminal da Comarca da Capital (Execuções Penais), que foi homologada pela Corregedoria-geral da Justiça de Alagoas.

Dos dois órgãos do Judiciário, a 16ª Vara (de Execuções Penais) é a responsável pelos processos de pessoas que receberam condenação judicial, e a Corregedoria, o que regulamenta e fiscaliza a atuação das instâncias judiciais em âmbito estadual.

Desde a publicação da portaria, em abril deste ano, o setor de prontuário da Seris já realizou 44 cadastros de crianças e adolescentes. A confirmação de responsabilidade legal por parte dos pais ou por quem possui a guarda deve ser feita no sistema prisional, mediante marcação no site, na aba “área do visitante”.

Para realizar o cadastro, o familiar deve levar documentos como certidão de nascimento ou RG do menor que comprove o vínculo com o reeducando (pessoa que está na condição de interno ou interna e que será objeto da visita), além do CPF.

Já o familiar deve levar documentação de identificação, ficha de cadastro e comprovante de residência.

“O resgate do vínculo familiar é importantíssimo para o fortalecimento do processo de ressocialização que desenvolvemos com os reeducandos”, explicou o secretário da Ressocialização, coronel PM Marcos Sérgio de Freitas, destacando o quanto a visita familiar constitui um importante passo no processo de reintegração dos que se encontram na condição de internos do sistema prisional.

“Ao normatizar a entrada de crianças e adolescentes, resguardamos a integridade física e psicológica deste menor, assim como possibilitamos o fortalecimento do vínculo com o familiar que se encontra detido”, acrescentou o titular da Seris.

Para o corregedor-Geral da Justiça, desembargador Fábio José Bittencourt Araújo, este processo é indispensável para a ressocialização do custodiado. “Considerando a importância de normatizar o direito de visita, revela-se adequada a imposição de acompanhamento dos representantes legais, os quais devem comprovar documentalmente a ascendência ou guarda legal”, diz. 

Deixe seu comentário

0 comentários