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13/04/2018 às 12:30

Aquartelamento de militares depende de reunião com o governo nesta sexta

 

(Créditos de imagem: Divulgação)

A possibilidade de aquartelamento dos policiais e bombeiros militares de Alagoas neste sábado (14) ainda existe, mas depende de uma reunião entre as associações da categoria e representantes do governo do Estado, marcada para esta tarde.


A reunião terá a presença do secretário de Planejamento, Gestão e Patrimônio, Fabrício Marques, do secretário de Segurança Pública, Paulo Lima Júnior, e dos comandantes da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros.

Para o presidente da Associação dos Subtenentes e Sargentos Militares de Alagoas (Assmal), Gedson Ataíde, as categorias esperam que o governo apresente uma proposta de reajuste salarial e dê andamento às promoções dos militares. Mas caso não haja proposta, o planejamento de protestos está mantido. Pela manhã, os militares estão acampados na porta da Secretaria de Planejamento, no centro de Maceió.

A previsão é de que o aquartelamento ocorra a partir deste sábado, ou seja, os militares não saem às ruas para fazer policiamento e salvamento durante 24 horas. Eles também prometem não fazer o policiamento do jogo do Campeonato Brasileiro entre CSA e Goiás, também no sábado.

“Está tudo mantido, apenas adiamos a pedido do Comando. Há três anos o governo não senta com a categoria. Estamos seguros quanto as nossas reivindicações, não voltaremos atrás, e hoje à tarde é o momento crucial”, declarou Gedson Ataíde.

Comando aposta em negociação


Por meio do assessor de imprensa, tenente-coronel Saraiva, o Comando da PM demonstrou apostar na negociação desta tarde para encerrar a ameaça de paralisação dos militares. “A gente espera que se chegue a uma proposta e essa questão se resolva, o que é bom para toda a sociedade. O aquartelamento não é bom para ninguém, desgasta a polícia e a população”, afirmou. 

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