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Gazetaweb

18/11/2021 às 22:08

Guarda municipal de Maceió suspeito de abusar de criança é acusado de estuprar filha, diz polícia

Vítima relatou que os estupros começaram na infância; defesa informou que o guarda municipal nega as denúncias 

(Créditos de imagem: Divulgação )

O guarda municipal de Maceió acusado de estuprar uma criança de seis anos foi denunciado por mais um crime de violência sexual. Dessa vez, segundo a polícia, a vítima é a própria filha dele.

Em vídeo exibido na TV Gazeta, na noite desta quinta-feira (18), a filha, que preferiu não se identificar, confirmou o estupro e contou que o guarda já deve ter feito outras vítimas, que, inclusive, podem ser membros da família.

Ela ainda relatou que os estupros começaram na infância. "Eu espero por isso [denunciar o estupro] há 31 anos", disse.

O chefe de operações Alan Barbosa, responsável pelas investigações, informou que o caso continua sendo apurado e que mais quatro pessoas ainda serão ouvidas. Dois parentes do guarda municipal estão entre as testemunhas. "É importante, inclusive, que outras vítimas dele denunciem e não fiquem receosas", concluiu.

Já a defesa do guarda municipal informou que ele nega as acusações e que aguarda a decisão da 14ª Vara Criminal de Maceió.

À TV Gazeta, a Secretaria de Segurança e Convívio Social (Semscs), responsável pela Guarda Municipal de Maceió, ressaltou que repudia o cometimento do crime e afirma que a ação pode causar a demissão do profissional.


Entenda a primeira denúncia

O guarda municipal de Maceió foi preso no dia 12 de novembro por suspeita de estuprar uma criança de seis anos, que é neta da esposa do servidor. Segundo a polícia, o crime foi denunciado pela mãe da menina e aconteceu em 4 de novembro, no mesmo dia em que um almoço em famílias estava sendo realizado.

A polícia informou que a vítima estava no quarto, quando ele foi até o cômodo. Sentindo a ausência da menina, a mãe chamou por ela, que estava na escada. No momento, a mãe perguntou o que aconteceu e a criança relatou que o avô tinha tocado nas partes íntimas dela.

Como não houve flagrante, a prisão do homem se deu em cumprimento de mandado judicial. Após a detenção, ele passou por exame de corpo de delito e foi encaminhado à Casa de Custódia. 

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